(Cavalcade, 1933)

Um retrato das glórias e tragédias de duas famílias inglesas no período de 34 anos, de 1899 até 1933. O filme é visto pelos olhos dos bens de vida londrinos Jane e Robert Marryot, eles presenciam a 2ª Guerra do Boers (no filme parece ser a 1ª), a Grande Guerra (1914-1918) – a segunda guerra mundial, obviamente, ainda não havia acontecido –, a morte da Rainha Vitória e o naufrágio do Titanic. O outro olhar, é visto por uma família operária de classe média, os Bridges.

Dirigido por Frank Lloyd, o filme foi lançado em 5 de janeiro de 1933 em Nova York.

Indicado para 4 Oscars, venceu 3:
Melhor Filme
Direção para Frank Lloyd
Direção de Arte

Só não venceu em Atriz para Diana Wynyard.

É o primeiro e único vencedor em melhor filme do estúdio Fox Films.

Este é mais um fraco vencedor em melhor filme do período. Muito, provavelmente, por não se aprofundar nos eventos do filme, o que acaba desagradando boa parte do público – especialmente o atual. Particularmente, gostei pouco do filme e acredito que para um filme vencer em melhor filme o seu roteiro deva ser ao menos indicado.

‘Welcome Home C.I.V.’, que aparece em um banner no retorno da 2ª Guerra dos Boers, o ‘C.I.V.’ significa: City (of London) Imperial Volunteers. Numa tradução livre, ficaria algo como: ‘Bem-vindos ao Lar Voluntários Imperiais da Cidade’.

Esta é uma das poucas peças teatrais de Noël Coward a virar filme e a não ter uma refilmagem.

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